En este ensayo el autor expone dos razones por las cuales es posible establecer las relaciones entre biopolítica y educación: la primera hace referencia al hecho de que la educación es una práctica imprescindible par la acción biopolítica, lo que significa que la educación ocupó un lugar central en los procesos en los cuales el biopoder y los dispositivos de normalización se volvieron dominantes en las sociedades contemporáneas. La segunda razón, de orden práctico, tiene que ver con las posibilidades variadas y valiosas que las prácticas educativas -escolares y no escolares- nos ofrecen para observar y experimentar el funcionamiento del poder disciplinario, la biopolítica y los dispositivos de normalización y seguridad.
In this essay its writer deals with two reasons which establish a relation between bio-politics and education: the first one is referred to the fact that education is an indispensable practicum for the bio-politic action, which means that education had a central role in the processes in which bio-power and normalization devices became dominant in contemporary societies. The second one, of practical order, has to do with varied and valuable possibilities that the educational practices – school ones and not school ones – offer us to observe and experiment the working of the disciplinary power, bio-politics, and security and normalization devices. After doing the way by the origin of the concept of bio-politics, in the works of Foucault and explaining its articulations to the educational problems, the writer finishes the text with ten questions that let open an equal number of research projects from which ones we could understand our educational, pedagogic present
Neste ensaio o autor expõe duas razões pelas quais é possível estabelecer a relação entre bipolítica e educação: a primeira faz referência ao fato da educação ser uma prática imprescindível para a ação biopolítica, e isto quer dizer, que a educação ocupou em lugar de destaque nos processo através dos quais o biopoder e os dispositivos de normalização voltaram-se dominantes nas sociedades contemporâneas. A segunda razão, de ordem prática, tem a ver com as múltiplas possibilidades variadas e valiosas que as práticas educativas —escolares e não escolares— nos oferecem para observar e experimentar o funcionamento do poder disciplinario, a biopolítica e os dispositivos de normalização e segurança. Depois de realizar um percorrido pela proveniência do conceito de biopolítica nos trabalhos de Foucault e de explicar as suas articulações com os problemas educacionais, o autor encerra o texto com dez perguntas que abrem igual número de pesquisas a partir das quais nós poderíamos compreender a nossa atualidades educativa e pedagógica.
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