Este trabajo problematiza las condiciones socio históricas de emergencia de un debate necesario sobre la enseñanza de la historia reciente, la pedagogía de la memoria y sus perfiles en Colombia. Así, en primer término, se vincula costumbre e incertidumbre en la historia reciente, abordando antecedentes de violencia política estatal y su tránsito por escenarios de postconflicto. En un segundo momento, se interpela críticamente el quehacer ético-político de la escuela en la tramitación pedagógica de múltiples registros del pasado. Finalmente, se reafirma la complicidad entre pedagogía y memoria, deseo y esperanza a la luz de horizontes de criticidad dialogantes con voces silenciadas
Este trabalho problematiza as condições sócias históricas de emergência de um debate necessário sobre o ensino da história recente, pedagogia da memória e perfis na Colômbia. Assim, primeiro, está ligada costume e incerteza na história recente, abordar antecedentes da violência política estadual e seu trânsito através de cenários pós-conflito. Na segunda etapa, desafia criticamente o papel ético-político do ensino da escola de lidar com múltiplos registros do passado. Finalmente, a cumplicidade entre a pedagogia ea memória, desejo e esperança à luz de horizontes críticos dialogando com vozes silenciadas.
The present work problematizes the socio-historical conditions of the arising of a necessary debate about the teaching of the recent history, memory pedagogy and their profiles in Colombia. Therefore, to begin with, the link of custom and uncertainty in the recent history, addressed from the political violence of the state and it’s transition to post conflict. Secondly, question critically the political and ethical work of academy in the pedagogical exchange of past information. Finally, the reaffirmation of the complicity between pedagogy and memory, desire and hope, in horizons of critical and dialogical spaces, with silenced voices.
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