Brasil
O estudo se volta sobre as teorias críticas da imagem nos âmbitos filosófico e artístico, conduzindo o debate a respeito de distintas imagens para focar as representações autobiográficas audiovisuais.
As narrativas do eu buscam produzir duplos, evocando o passado e promovendo a reciclagem das imagens de arquivo de família. Uma avant garde contemporânea coloca em prática a ressignificação das imagens da intimidade familiar como recurso de fazer emergir a subjetividade.
A collage molda a estética dessas expressões, construindo a ponte entre cinema e design. O autodocumentário rompe com o paradigma da objetividade, revelando múltiplas identidades que, ao descortinarem singularidades, tornam-se universais.
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