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Pensar a potência dos afetos na e para a educação

  • Autores: Cristina Novikoff, Marcus Alexandre de Pádua Cavalcanti
  • Localización: Conjectura: filosofia e educação, ISSN 0103-1457, Vol. 20, Nº. 3, 2015, págs. 88-107
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Thinking about power of affections in and for education
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      The proposal of thinking about the power of affections in and for education emerged from the experience of experienced interdisciplinary discussion in the course called “Teaching-learning: contemporary issues”, at the master’s program in Literature and Humanities at the Universidade do Rio Grande (Unigranrio). Initially, this article presents three connected objectives, in order to uphold teaching practice. Firstly, we analyze the importance of knowledge, according to studies of Spinoza (2009), about our affections, in order to argue that education is a learning process focused on freedom and autonomy. Thus, we discuss the purposes of this philosopher in order to abstract ideas and arguments used to understand how these emotions act on the body and mind. We also intended to point out how the concepts of desire (conatus) became benchmarks of contemporary practice. In this topic, we discussed how the affections offer subsidies to increase capacity to act and to be active in relation to life itself. After, we examined the kinds of knowledge, central concept of Spinoza (2009).

      Through them, it is possible understanding how is the transition from passivity – passionate submission to external causes – to action or activity, strengthening joyful passions and desire, which is the very essence of man.

      Finally, we aim to connect the educational practice with the theory of Spinoza regarding to affections, in order to think how a teacher can promote good encounters with the knowledge, enabling the students to be mostly affected by the joyful passions and to strengthen their power to act.

    • português

      proposta de refletir sobre a potência dos afetos na e para a educação emergiu da vivência experienciada em discussão interdisciplinar na disciplina “Ensino-aprendizagem: questões contemporâneas”, no Programa de Mestrado em Letras e Ciências Humanas da Universidade do Grande Rio (Unigranrio). Destarte, o presente artigo apresenta, em sua estrutura, três objetivos interligados para dar razão à prática docente.

      Primeiramente, traçou-se a análise sobre a importância do conhecimento, consoante Spinoza (2009), acerca de nossos afetos para sustentar o argumento de a educação ser um processo de aprendizado com foco na liberdade e na autonomia. Para isso, discute-se a proposta desse filósofo com a finalidade de abstrair as ideias e os argumentos necessários à compreensão de como esses afetos agem sobre o corpo e a mente e, então, apontar a como os conceitos spinozianos do desejo (conatus) tornam-se balizadores de práticas contemporâneas. Nesse tópico, são discutidos como os afetos oferecem subsídios para aumentar a capacidade de agir e de ser atuante em relação à própria vida. Posteriormente, são abordados os gêneros de conhecimento, conceito central desenvolvido por Spinoza (2009), por meio do qual se torna possível o entendimento de como ocorre a passagem da passividade – submissão passional às causas externas – à ação ou à atividade, fortalecendo as paixões alegres e o desejo, que é a própria essência do homem. Finalmente, propõe-se articular a prática educacional à teoria dos afetos de Spinoza (2009), a fim de pensar como um professor pode promover bons encontros com o conhecimento, possibilitando, assim, que os discentes possam ser afetados ao máximo pelas paixões alegres e possam reforçar sua potência de agir.


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