O artigo contempla reflexões metodológicas que resultam de algumas experiências de pesquisa. Trata de pensar sobre a imagem visual na sua latência antropológica e na sua potência como arquivo da história. A justaposição de imagens pode abrir para um conhecimento novo, fora da cronologia linear do historicismo. Uma concepção de história que tem a ver com as sobrevivências de certas formas expressivas da cultura humana. A imagem é carregada de tempos diversos, de memórias e tradições.Palavras-chave: Imagem; montagem; arquivo.
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