Brasil
Scale has been a recurrent theme in Geography in the last decades. Perspectives, debates and controversies concerning scale occupy a large number of articles and books which leaves very little new to say about the concept. However, given the profusion of proposals and conceptions concerning scale, confusion is eventually inevitable so that the concept is not always easily to apply in empirical situations. This is an inescapable paradox for anyone focusing on the theme: important ontological debates and the lack of clear application of scale as a methodological resource ultimately results in the very negation of the significance of the concept for Human Geography and for marking spatial divisions. The basic proposition here is reconsider a methodological perspective of scale as a fundamental operational problem for defining analytical spaces as significant phenomena for research in Geography.
tema escala tem sido recorrente na geografia nas últimas décadas. Perspectivas, debates e controvérsias compõem na disciplina um enorme arsenal de artigos e livros sobre a escala, o que deixa muito pouco de novo quando este é o problema. No entanto, tendo em vista a profusão de proposições e concepções sobre ela, a confusão acaba sendo inevitável, e o que seria para esclarecer faz da escala um conceito nem sempre de fácil aplicação empírica. Este é o paradoxo inescapável para quem se debruça sobre o tema: os profusos debates ontológicos e a aplicação nem sempre clara da escala como recurso metodológico e, no limite, a própria negação do seu significado para a geografia humana e para os recortes espaciais. A proposição aqui é basicamente retomar uma perspectiva metodológica, ou seja, aquela que compreende a escala como um problema operacional fundamental na definição do recorte espacial significativo para a análise do fenômeno na pesquisa em geografia.
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