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Eles não Param de Chegar? A Emergência de Novos Padrões de Mobilidade Espacial da População em Macaé/RJ

    1. [1] Universidade Federal do Rio de Janeiro

      Universidade Federal do Rio de Janeiro

      Brasil

  • Localización: Espaço Aberto, ISSN 2237-3071, ISSN-e 2236-1367, Vol. 2, Nº. 1, 2012 (Ejemplar dedicado a: Janeiro/Junho), págs. 71-84
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Do They Keep Coming? The Emergence of New Spatial Mobility Patterns in Macaé/RJ
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      Macaé is the “Oil Capital” of Brazil: a city of opportunity, full of jobs andwhere royalties fatten public coffers or that is the image presented in the media that has attracted thousands of migrants to Macaé. This study investigated why people feel that migrants keep coming to Macaé even though recent statistics show that in-migration to the city has decreased. Also, new forms of spatial mobility of the population have emerged so that Macaé can be characterized as region of polar attraction. Commuting from neighbouring cities is a common pattern in metropolitan areas and in Macaé it is associated to the high cost of living and violence present there so that many workers have their residence elsewhere, especially Rio das Ostras. In addition to daily commuting, another kind was detected in the research: "long distance commuting". This kind of commuting is associated basically to specific characteristics of the labour market in the oil sector involving periods on the platforms interspaced with periods off duty on the mainland as well as outsourcing practices. A third trend noted was the presence of a significant number of transients, who keep coming to the city in large numbers but do not lay residence.

    • português

      Macaé, a “Capital do Petróleo”: uma terra de oportunidades, onde o empregoé farto e os royalties do petróleo engordam os cofres públicos. É assim que o município de Macaé tem sido retratado pela mídia, e foi a partir dessa imagem que milhares de migrantes escolheram a cidade como destino. Neste estudo investigou-se por que os números indicam uma redução dos fluxos migratórios em direção a Macaé enquanto algumas evidências apontam para o contínuo aporte de migrantes. Apontou-se a existência de novas formas de mobilidade espacial da população tendo Macaé como polo atrativo. Muito comum em realidades metropolitanas e associado à violência urbana e ao alto custo de vida, ganha força em Macaé o movimento pendular de trabalhadores residentes em municípios próximos, especialmente de Rio das Ostras. Além dos deslocamentos diários tradicionais, detectou-se nesta pesquisa outro tipo de pendularidade, estendida no espaço e no tempo, o “movimento pendular de longa distância”, associado, fundamentalmente, às características específicas do mercado de trabalho do setor de petróleo, bem como à flexibilização das relações de trabalho neste setor, com as terceirizações e subcontratações. Constatou-se, finalmente, uma significativa transitoriedade entre os migrantes, que continuam chegando à cidade em grande número, embora não fixem residência. 


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