Os fins da razão teórica, modernidade, história e da filosofia, foram temas persistentes no palco da filosofia no século XX. Sentido e esgotamento destas expressões sócio intelectuais tinham suas pertinências sobretudo à luz dos impactos existências, econômicos, intelectuais e ambientais consequências dos grandes conflitos bélicos acontecidos entre os séculos XIX e XX. Desconstrução do pensamento foi um imperativo intelectual que ainda ecoa em nossos tempos. Contudo, pode-se perguntar se essa é a única alternativa à prática da filosofia atual. Este artigo reconstrói parte deste debate destacando algumas ideias críticas de Martin Heidegger, Jean-François Lyotard e Jürgen Habermas aos limites e às possibilidades da razão no horizonte contemporâneo de pensamento e sociedade. Assim, apresenta-se de um lado uma crítica à modernidade no horizonte e, do outro, uma defesa à continuidade da modernidade iluminista.[doi:HTTP://dx.doi.org/10.7443/problemata.v6i3.23835]
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