Ninguna tecnología es neutral y lo que parece avecinarse son formas distintas de representar el mundo y de constituir subjetividad. Si bien, el ciberespacio ha penetrado transversalmente las clases sociales y las franjas etarias, resulta natural que sean los jóvenes aquellos que se encuentran más cómodos y quizás por ello menos críticos respecto a las posibilidades que las nuevas tecnologías promueven pero también cercenan. ¿Nos enfrentamos a una revolución que instaura un nuevo tiempo atravesado de virtualidad o estamos frente a una profundización, una nueva fase de un proceso que lleva ya unos siglos? Asistimos, antes que a un quiebre con la modernidad, a la profundización del paradigma individual- capitalista. Esta posmodernidad, porta hasta el paroxismo la idea de una felicidad alejada de lo público y del bien común. Las relaciones interpersonales y la participación como parte de un colectivo social no están valorizadas, olvidando el rol primordial que cumplen en la formación de la subjetividad. La felicidad privada es una felicidad que atravesada por las nuevas tecnologías parece suponer un compartir con los otros y sin embargo supone un consumo estrictamente individual. Y aquí reside la novedad pues todo esto se da en el marco de la emergencia de un nuevo fenómeno que se materializa en la ruptura los lazos sociales que antes contenían a los individuos en relaciones interpersonales directas.
No technology is neutral and what seems to lie ahead are different ways of representing the world and constituting subjectivity. While cyberspace has penetrated across social classes and age ranges, it is natural that young people who are more comfortable and perhaps less critical of the possibilities that new technologies promote but also encroach. Are we facing a revolution which established a new era crossed by virtuality or we face a deepening, a new phase of a process that takes as few centuries? We participate, rather than in a break with modernity in a deepening individual-capitalist paradigm. This postmodern, carries up to a paroxysm the idea of happiness away from the public and the common good. Interpersonal relationships and participation as a part of a social group are not valued, forgetting the key role they play in the formation of subjectivity. Private happiness is a happiness that penetrated by new technologies appears to be a sharing with others and yet consumption is strictly individual. And herein lies the novelty for all this occurs in the context of the emergence of a new phenomenon that is embodied in breaking the social bonds that previously contained individuals in direct interpersonal relationships.
Nenhuma tecnologia é neutral e o que parece vir são maneiras diferentes de represenar o mundo e de constiuir subjetividade. O ciberespaço penetrou transversalmente nas classes sociais e as faixas etárias, mas resulta natural que sejam os jovens aqueles que se encontram mais cómodos, por isso menos críticos respecto às possibilidades que as novas tecnologias promovem mas tembém cerceam. ¿Nos enfrentamos a uma revolução que instaura um novo tempo atravessado de virtualidade ou estamos frente a uma profundização, uma nova fase de um processo que leva já uns séculos? Assistimos, antes que a um quebre com a modernidade, à profundização do paradigma individual- capitalista. Esta posmodernidade, porta até o paroxismo a ideia de uma felicidade apartada do público e do bem comum. As relações interpersonais e a participação como parte de um colectivo social não estão valorizadas, esquecendo seu papel primordial na formação da subjetividade. A felicidade privada é uma felicidade que atravessada pelas novas tecnologias parece supor um compartilhar com os outros mais supõe um consumo estritamente individual. É issa a novidade já que tudo se da no marco da emergência de um novo fenômeno que se materializa na ruptura dos laços sociais que incluiam aos individuos em relações interpersonales diretas.
© 2001-2026 Fundación Dialnet · Todos los derechos reservados