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Intoxicação espontânea por sapos da espécie Rhinella jimi (Stevaux, 2002) em cães

    1. [1] Universidade Federal Rural do Semi-Árido

      Universidade Federal Rural do Semi-Árido

      Brasil

    2. [2] Universidade Federal de Minas Gerais

      Universidade Federal de Minas Gerais

      Brasil

  • Localización: Revista Brasileira de Higiene e Sanidade Animal: RBHSA, ISSN-e 1981-2965, Vol. 9, Nº. 2, 2015, págs. 195-205
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Spontaneous cases of poisoning by Rhinella jimi (Stevaux, 2002) toads in dogs
  • Enlaces
  • Resumen
    • português

      Os sapos do gênero Rhinella possuem glândulas granulosas que produzem um veneno de elevada toxicidade. Ao entrar em contato com a mucosa oral ou do trato digestório do predador, é rapidamente absorvido, causando intoxicação. Os sinais clínicos podem variar de apenas hipersalivação a colapso cardíaco fatal. A maioria dos estudos toxicológicos com sapos foi realizada com R. marina (Bufo marinus), faltando estudos com outras espécies. Foi realizado um estudo retrospectivo dos casos espontâneos de intoxicação por sapos da espécie Rhinella jimi (Stevaux, 2002) em cães. Foram avaliados os sinais clínicos e protocolos terapêuticos empregados pelos médicos veterinários entrevistados. Doze veterinários relataram 43 casos da intoxicação em cães, havendo também o relato da ocorrência em galinhas e pombos. Dos 43 casos de intoxicação, houve uma maior incidência em animais de pequeno porte (74,4% pesavam até 20 kg) e jovens (58,1%). Os sinais clínicos mais frequentes foram salivação (100%), vômitos (74,4%), irritação oral (60,5%), anorexia (58,1%) e diarreia (48,8%). Verificou-se que a terapêutica empregada não foi a mais adequada na maioria dos casos. Foi relatado que quatro cães que sobreviveram à intoxicação passaram a evitar os sapos, denotando um condicionamento aversivo a estes anfíbios. Como o tratamento dos casos poderia ter sido mais eficaz, é importante a divulgação de melhores protocolos terapêuticos para os clínicos veterinários.

    • English

      Toads from the Rhinella genus have granular glands that produce highly venomous secretion. It is rapidly absorbed after contact with oral mucosa or the digestive tract of the predator, causing poisoning. Clinical signs can vary from just hypersalivation to death by cardiac collapse. Most toxicological studies were conducted with R. marina (Bufo marinus), but studies with other species are scarce. We conducted a retrospective study of spontaneous cases of poisoning by Rhinella jimi (Stevaux, 2002) toads in dogs. We evaluated the clinical and therapeutic protocols used by veterinaries. Twelve clinicians reported 42 cases of poisoning in dogs, and the existence in chickens and pigeons was also reported. From the 42 cases of poisoning, the most often affected animals were small size (74.4% weighed up to 20 kg) and young dogs (58.1%). The most frequent reported clinical signs were salivation (100%), vomits (74.4%), oral irritation (60.5%), anorexia (58.1%), and diarrhea (48.8%). It was found that applied treatment was not the most appropriate in most cases. Four dogs that survived the poisoning began avoiding the toads, showing a conditioned aversion behavior against these amphibians. Considering that the handling of cases could have been more successful, it is essential to communicate better treatment protocols for practitioners. It is probable that dogs that survived to the poisoning develop


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