Microbiological contamination of boar semen for use in artificial insemination results in loss of quality of the dose by morphological and functional changes, reducing the fertility of male. However, the consequences may be higher once artificial insemination with cooled semen is one of the most commen ways to contaminate the reproductive tract of sows. The bacteria Escherichia coli producing Shiga toxin (STEC) is associated with cases of reproductive failure in the female swine and is also of great importance as etiological agent in humans, causing hemorrhagic colitis (HC) and the hemolytic uremic syndrome (HUS). The objective of this study was to identify the contamination of boar semen doses by STEC through a protocol multiplex PCR using the eaeA genes, stx1, stx2, USPA and cysG. The results for 59 samples of boar semen, indicate that there is contamination in 66.1% of the samples for E. coli. Of these, where the prevalence of 70.4% of the samples were positive for stx1 gene encoding the synthesis of Shiga toxin 1 and 29.6% for the eaeA gene responsible for production of toxin intimin. In the samples and conditions tested, the contamination of comercial swine semen dosis with E.
coli is a reallity, speccially with strains harboring stx1 and eaeA, important virulence genes
A contaminação microbiológica do sêmen suíno para uso em inseminação artificial resulta em perda de qualidade da dose por alterações morfológicas e funcionais, diminuindo a fertilidade do macho. Contudo, as consequências podem ser maiores já que uma das formas de contaminação com patógenos que afetam a reprodução de matrizes suínas é via doses de sêmen refrigerado contaminadas. A bactéria Escherichia coli produtora da toxina Shiga (STEC) está associada a casos de falhas reprodutivas na porca, sendo também de grande importância como um agente etiológico em humanos, causando como por exemplo a colite hemorrágica (CH) e a síndrome hemolítico urêmica (SHU). O objetivo deste trabalho foi identificar a contaminação de doses de sêmen suíno por STEC através de um protocolo de PCR multiplex utilizando os genes eaeA, stx1, stx2, uspA e cysG. Os resultados apresentados em 59 amostras de sêmen suíno, indicam que há contaminação em 66,1% das amostras por E. coli. Destas, onde a prevalência de 70,4% das amostras foram positivas para o gene de stx1, que codifica a síntese da toxina Shiga 1 e 29,6% para o gene eaeA, responsável pela produção da toxina intimina. Na amostra e condições avaliadas, a contaminação do sêmen suíno para comercialização com E. coli é uma realidade, em especial com cepas portadores de stx1 e eaeA, importantes genes de virulência.
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