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O fim da arte, o tédio e a miséria da vida quotidiana

    1. [1] Universidade Do Porto

      Universidade Do Porto

      Santo Ildefonso, Portugal

  • Localización: Aufklärung: revista de filosofia, ISSN-e 2318-9428, Vol. 1, Nº. 1, 2014, págs. 191-202
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • The End Of The Art, The Tedium And Misery Of Everyday Life: Guy Debord’s Work: An Essential Place From The Critical Point Of View Of Our Times
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      Satisfying the demand of questioning the contemporary condition implies, first of all, a criticism of present times. From this point of view, it becomes clear that art and revolution whilst practices of creative disruption are undoubtedly in crisis. Hence, it is imperative to re-read Guy Debord, who not only refused the aestheticization of politics (the hysterical attitude of fascists), but also the politicization of aesthetics (Stalinism’s totalitarian obsession). For the hermeneutics of contemporary, his work is, of course, essential. Proving it is, in short, the purpose of this paper.

    • português

      Satisfazer a exigência de interrogar a nossa condição de contemporâneos implica, desde logo, uma crítica do presente. Deste ponto de vista, torna‑se manifesto o facto iniludível de a Arte e a Revolução, enquanto práticas de ruptura criativa, estarem em crise. Daí que seja imperativo reler Guy Debord, que tanto recusou a estetização da política (a atitude histérica dos fascistas) como a politização da estética (a obsessão totalitária do estalinismo). Para uma hermenêutica da contemporaneidade, a sua obra é, por certo, um lugar incontornável. Prová‑lo, em suma, constitui o desígnio deste ensaio.


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