O paradigma da acumulação é determinante para as tendências e configurações dos direitos sociais. Este artigo procura articular fundamentos teóricos da economia política do trabalho com as configurações empíricas presentes no processo de acumulação da riqueza de nossa sociedade e com os direitos sociais. Os dados empíricos evidenciam as questões do orçamento, do emprego, da riqueza social e da renda do trabalho. Conclui que os efeitos da superpopulação relativa somados aos efeitos da dinâmica do orçamento público qualificam e determinam de forma ampla como as necessidades da acumulação limitam as possibilidades dos direitos sociais.
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