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Do logos apropriado

    1. [1] Universidade Estadual de Campinas

      Universidade Estadual de Campinas

      Brasil

  • Localización: Problemata: Revista Internacional de Filosofía, ISSN-e 2236-8612, Vol. 5, Nº. 2, 2014, págs. 78-98
  • Idioma: portugués
  • Texto completo no disponible (Saber más ...)
  • Resumen
    • Há, no marxismo, uma tensão entre a empresa de um conhecimento objetivo e impessoal – sem sujeito –, pelo qual a realidade seria apropriada e no qual se reproduziria e/ou se refletiria, e a impossibilidade de fazê-lo sem um trabalho exegético dos escritos de Marx, sobretudo no que diz respeito às ideias que fundamentariam aquele conhecimento, ou seja, que fundariam a ciência marxista. Na medida em que essa ciência é reivindicada e praticada concretamente por sujeitos bem específicos e distintos, cada qual se considerando na posse da (verdadeira) realidade e da verdadeira interpretação dos textos fundadores, a tensão se converte em viva e por vezes mortífera contradição. Parecendo levar em conta o logos heraclitiano, buscando a unidade entre o saber e o conhecer, de um lado, e o ser e o real, de outro, o marxismo não consegue ser mais do que uma apropriação particular desse logos, tentando remediar e redimir essa parcialidade com um dogmatismo patente em seus conflitos internos. Impõe-se, então, a dúvida a respeito da possibilidade de um diálogo que se realize de fato como irmão gêmeo da dialética marxista.


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