Analisa os resíduos de inseticidas organoclorados e organofosforados, na água e materiais em suspensão de amostras retiradas da Bacia do Rio Paraná (próximo ao Km 600), durante os anos de 1995 e 1996. Verifica o transporte de material em suspensão e a relação entre o transporte dos inseticidas dissolvidos e adsorvidos. Compara as condições ambientais atuais com dados obtidos nos anos 1983-84. Usa a cromatografia em fase gasosa para as determinações qualitativas e quantitativas dos inseticidas Alfa+gama Hexaclorohexano, Aldrin, Heptacloro. Paration e Paration metílico. Conclui que as concentrações máximas são obtidas nos meses de primavera e verão, os quais coincidem com as épocas de aplicação dos inseticidas. Em geral o máximo de inseticidas adsorvidos se apresentam com um "lag" de 60 dias em relação aos dissolvidos. Considerando os limites internacionais estabelecidos para água potável e desenvolvimento da vida aquática, o Rio Paraná (km 600) e suas áreas de influência continuam em condições perigosas para a fauna íctica, embora tenha sido registrada diminuição nos índices de concentração.
© 2001-2026 Fundación Dialnet · Todos los derechos reservados