O presente artigo objetiva analisar como professores (mestres) e ex-lutadores de modalidades de lutas e artes marciais apresentam suas memórias acerca dos primórdios da prática que ficou conhecida como �vale-tudo� em Curitiba. Por meio dos procedimentos teóricos da História Oral foi possível perceber que os fragmentos memoriais analisados não se restringem à interpretação sobre as origens dessa prática, pois também são atravessados por discursos relativos ao processo de construção da identidade e testes constantes de virilidade. Conclui-se que a memória estabelecida e esse ethos masculino tem como elemento central a violência � concreta e simbólica � que acompanha a formação do lutador
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