Brasil
Este artigo aborda viagens, nomadismos e outros deslocamentos, enquanto ações que incitam a construção subjetiva de referenciais geográfico-afetivas, numa geografia que se expressa a partir do indivíduo enquanto escala de análise, que se soma aos estudos da Geografia Humanística e Cultural. Deslocamentos geram conhecimento sobre os espaços, transmitidos pela subjetividade também expressa em escritos de viajantes, entre verbos e nomes do viajar. O sentido da espacialidade tomada em deslocamento é dado em forma de sentimentos e percepções, que poderiam ser compostos como arte e como ciência. Ao entender a arte enquanto resultado de um emaranhado de referências sociais, políticas, espaciais e pessoais. Portanto, a viagem é um dado subjetivo e objetivo e possui caráter individual e coletivo, manifestada por uma linguagem simbiótica e reprocessual com o meio, entre sons, gestos, objetos e imagens, enquanto expressão subjetiva e técnica de uma relação sociedade-indivíduo e indivíduo-espaço.
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