Este artigo é composto de notas de uma pesquisa de doutorado em andamento sobre a verificação de uma sensibilidade nômade nos poetas Waly Salomão (brasileiro), Virgílio de Lemos (moçambicano) e Al Berto (português). No artigo, far-se-ão leituras independentes dos três sujeitos poéticos com vistas a apontar procedimentos formais, bem como suas paisagens formativas (anos 50-70), objetivando o delineamento mínimo de um cenário transcultural e transnacional lusófono, que escapa às políticas e poéticas públicas e oficiais. Nesse cenário, esses poetas figuram como sujeitos cujo nomadismo formal e cultural indica algumas das poéticas e políticas contemporâneas da desterritorialização.
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