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Loucura, mulher e representação: fronteiras da linguagem em Maura Lopes Cançado e Stela do Patrocínio

  • Autores: Gislene Maria Silva
  • Localización: Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea, ISSN 1518-0158, ISSN-e 2316-4018, Nº. 22, 2003 (Ejemplar dedicado a: Sujeito e espaço social), págs. 95-111
  • Idioma: portugués
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  • Resumen
    • No objeto de análise do presente trabalho – duas obras de diferentes gêneros produzidas por mulheres rotuladas socialmente como loucas: Hospício é Deus (1965), de Maura Lopes Cançado, e Reino dos bichos e dos animais é o meu nome (2001), de Stela do Patrocínio – abalam-se as fronteiras entre loucura e razão, linguagem literária e loucura como linguagem. Nesses textos, emerge a voz socialmente interrompida e esvaziada da mulher louca que busca, pela palavra, uma compreensão de sua experiência trágica ou apenas um canal de comunicação com o Outro.


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