O artigo discute a noção de cidade como forma de organização do pensamento sobre cultura e espaço imaginário de invenção e ocupação literária, sobretudo a partir dos anos 20, no Brasil e na Argentina. Analisa a tragédia urbana nas narrativas de Roberto Arlt e Nelson Rodrigues. E traça o horizonte atual do latino-americanismo face ao processamento da “heterogeneidade radical da herança” cultural como trabalho de tradução constitutivo das identidades nacionais.
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