This article addresses the following problem: which is the format and scope of a formal semantic theory adequate to the description and explanation of semantic phenomena present in natural languages? The first section exposes the main principles for a semantics of natural languages, given the criticisms of Contextualism. The second section presents the main features of the research program proposed by P.M. Pietroski. Finally, it is presented a brief evaluation of this program in the light of the criteria presented in the previous sections. I argue that this program has considerable methodological virtues, because it adopts as explanandum substantial empirical generalizations, syntactic phenomena which must be explained. It is therefore a proposal that does not merely describe the intuitions of speakers and encode them in logical-mathematical notation.
O presente artigo aborda o seguinte problema: qual o formato e o escopo de uma teoria semântica formal adequada à descrição e explicação dos fenômenos semânticos presentes nas línguas naturais? A primeira seção expõe princípios fundamentais para uma semântica das línguas naturais, face às críticas do Contextualismo. A segunda seção expõe as principais características do programa de investigação proposto por P.M. Pietroski. Por fim, é apresentada uma breve avaliação desse programa à luz dos critérios apresentados nas seções anteriores. Argumento que esse programa possui virtudes metodológicas consideráveis, pois adota como explanandum generalizações empíricas substanciais, fenômenos sintáticos que precisam ser explicados. Trata-se, portanto, de uma proposta que não se limita a descrever as intuições dos falantes e codificá-las em notação lógico-matemática.
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