A reforma agrária no paraguai não conseguiu devolver aos camponeses mais de 7 milhões de hectares que se encontram nas mãos dos latifundiários, nem modificar o modelo agroexportador baseado na monocultura de soja; A partir desses dados a autora analisa como o sistema legal e certas políticas públicas conexas respondem principalmente ao sistema econômico imposto pelos exportadores agrícolas. Denuncia o poder exercido pelas elites do poder econômico e como este poder domina o político e o social atingindo a soberania alimentar do país ea cultura camponesa tradicional o que inicialmente parecia uma batalha vencida no quadro institucional com o compromisso do presidente lugo, em favor da soberania alimentar, tornou-se uma luta social pela sobrevivência e pelo direito à alimentação na proposta de lei atualmente em debate. Os movimentos camponeses continuam a lutar para que o sistema normativo defenda a soberania como base para a eliminação da pobreza no país.
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