Como en outros segmentos, a concorrência entre escritórios de arquitetura é saudável se mantida dentro de limites éticos. Na disputa pelos projetos dos estádios que vão receber partidas da próxima Copa do Mundo, em que a arquitetura, ou o própio arquiteto, é apenas uma pequena peça da intricada engrenagem que move o evento, aparentemente nem sempre esses limites foram respeitados. Mas foi no Mineirão, no qual escritórios antes colaboradores passaram a disputar o projeto executivo, que as tensões ficaram mais exacerbadas.
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