This article is based on an introductory research that proposes mapping and learning about some practice and extension work experiences, carried up along with social movements, of a significant set of Social Work courses in Public Universities from all over the country. Questioning about the relationship between Social Work and movements and organizations of subaltern groups, raises from debates as one of the consequences of the Latin American process known as reconceptualization during the 60's and 70's, allowing, subsequently, the generation of work experiences (even at universities) that consequently affect critical rescaling of the professional profile of social workers. Starting from the verification that during the 1990s this debate was gently deaden, in a complex scenario of social regression � produced by the neo-liberal counter-reforms gaining strength in the country- that would gently be contested in the beginning of the new century by the region's social movements leading role, we ask ourselves: What meaning does it acquire today, for Social Work, that relationship with social movements in the perspective of search for its critical rescaling?
Este artigo baseia-se numa pesquisa introdutória que se propôs mapear e conhecer algumas experiências de estágio e extensão de um conjunto representativo de Cursos de Serviço Social de Universidades Públicas do país realizadas junto a movimentos sociais na atualidade. A pergunta pela relação da profissão com os movimentos e organizações dos grupos subalternos surge no debate como um dos desdobramentos do processo de reconceituação latino- americano das décadas de 1960-1970, dando lugar no período subsequente à criação de experiências de trabalho (inclusive universitárias) que incidem significativamente no redimensionamento crítico do perfil profissional dos assistentes sociais. Partindo da constatação de que avançada a década de 90 esse debate aparece paulatinamente adormecido, num complexo cenário de regressão social � produto das contrarreformas neoliberais que se afirmam no país - que será paulatinamente contestado nos alvores do novo século pelo protagonismo dos movimentos sociais da região, nos perguntamos: que significado adquire hoje para o Serviço Social essa relação com os movimentos sociais na perspectiva da busca do seu redimensionamento crítico?
© 2001-2026 Fundación Dialnet · Todos los derechos reservados