This paper argues the need to �put Portugal on the map� in a double sense: in a prospective way, in order to place the country on the required map(s), something which entails strategic vision and capacity for action; and in an analytical way � to enable us to understand Portugal from the map(s) it is part of, which presupposes a capacity to analyse and understand the current state of affairs. By drawing inspiration from the polymorphic vision on the spatialities of contemporary societies and economies defended by Jessop, Brenner and Jones (2008), we propose the creation of a unifying reference framework to �put Portugal on the map�, using a combination of five elements: territory as a geographic location; territory as a unit of reference of the nation-state; places; geographic scales; and networks. The polymorphic nature of the spatialities that characterize, or should characterize, Portugal�s place in the world reflects several, and even contradictory, ethical values, interests, preferences, and options. Accordingly, the supported polymorphic spatialities ought to stir up controversy based on knowledge and arguments that are solid from a theoretical and empirical stance, and should make explicit the objectives and values they are based on.
Neste texto defende-se a necessidade de �Pôr Portugal no Mapa� num duplo sentido:
prospectivo � colocar o país no(s) mapa(s) desejado(s), o que exige visão estratégica e capacidade de acção; e analítico � entender o país que temos a partir do(s) mapa(s) em que se insere, o que pressupõe capacidade de leitura e compreensão da situação actual.
Inspirando-nos na visão polimórfica das espacialidades das sociedades e economias contemporâneas defendida por Jessop, Brenner e Jones (2008), propomos a elaboração de um quadro de referência unitário para �pôr Portugal no mapa� a partir da combinação de cinco tipos de elementos: território como localização geográfica; território como unidade de referência do Estado-nação; lugares; escalas geográficas; e redes. A natureza polimórfica das espacialidades que caracterizam, ou deverão caracterizar, o posicionamento de Portugal no Mundo reflecte distintos valores éticos, interesses, preferências e opções, pelo que deve ser alvo de controvérsia baseada em conhecimentos e argumentos teórica e empiricamente sólidos e em objectivos e valores explicitamente identificados.
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