O processo de luto da família e da criança/adolescente como ser que experiencia a própria finitude geralmente desencadeia-se com o diagnóstico de uma doença degenerativa com baixas expectativas de cura. O enlutamento continua sublimado por todo o tratamento e no momento em que este muda de perspectiva, o luto pode ser desencadeado com ainda mais intensidade. No entanto, a forma com que se lida com esse processo pode diferir de um processo sofrido, denominado melancolia, a um processo de luto natural. Ambos sentimentos apresentam uma correlação justificada pelo quadro geral em que se apresentam, pois possuem as mesmas influências externas desencadeadoras de ambos sentimentos.
Apesar de as crianças por seu desenvolvimento cognitivo e intelectual compreenderem a morte apenas a partir dos 6 anos de idade, sabe-se que as crianças com câncer chegam a um entendimento do significado da morte muito mais cedo mesmo ainda não sendo o mesmo que de adultos. Os adolescentes, por sua vez, podem estar mais predispostos a crises existenciais em uma fase de terminalidade, pois associam outros tipos de perda inerentes da própria fase e decorrentes do tratamento à perda de sua própria identidade.
Neste contexto, destaca-se a importância da presença de uma equipe multidisciplinar de Cuidados Paliativos e Controle de Dor, que vise atender holisticamente todos os aspectos que envolvam o ser humano, a fim de proporcioná-los um processo de morrer digno e respeitado até o último momento de suas vidas.
The grieving process of family and child/adolescent who experiences such as being the very finitude generally triggers are diagnosed with a degenerative disease with low expectations of cure.
The grieving continues sublimated throughout treatment and at the time this change of perspective, grief can be triggered with even more intensity. However, the way you deal with this process may differ undergone a process called melancholy, or a natural grieving process. Both have a feeling justified by the overall correlation in which they appear, because they have the same external influences that trigger feelings of both. Although the children for their cognitive development and intellectual understands the death just after 6 years of age, it is known that children with cancer come to an understanding of the meaning of death much earlier still not even being the same as adult. Teenagers, in turn, may be more prone to existential crises in a terminal phase, as they associate other types of loss inherent in the very result of the treatment phase and the loss of their identity. In this context, we highlight the importance of having a multidisciplinary team of palliative care and pain control, aimed at holistically address all aspects that involve human beings in order to provide them a dignified dying process and respected by the last moment of their lives.
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