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A construção do imaginário urbano no documentário brasileiro contemporâneo

  • Autores: Maria Henriqueta Creidy Satt, Maria Dora Genis Mourão (dir.)
  • Localización: DOC On-line: Revista Digital de Cinema Documentário, ISSN-e 1646-477X, Nº. 4, 2008, págs. 156-157
  • Idioma: portugués
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  • Resumen
    • Este trabalho investiga documentários brasileiros contemporâneos sob a perspectiva da inscrição dos imaginários urbanos engendrados em suas formas de narrar as cidades brasileiras, convocando três filmes, realizados no século XXI: Edifício Master, Ônibus 174 e Rua de mão dupla. No desenvolvimento de nossa análise, partimos da percepção do documentário como encontro maquínico instaurador de dispositivos técnicos e conceituais, nutrindo-se de um imaginário coletivo ao mesmo tempo em que a ele incorpora-se como imagem. Posto isso, desenvolvemos a hipótese de que os dispositivos de interação empregados pelos documentaristas configuram sociabilidades documentais, moduladas em relações de proximidades e distâncias que acabam, a um só tempo, por expressar o estar junto nas imagens, bem como espelhar (e modular) o contexto de onde elas partem. Tais sociabilidades são formas de partilha e de relações narrativas que se abrem à fabulação criadora ou que, ao contrário, tentam domesticá-la em proveito de um efeito de veracidade. Com esses pressupostos, preocupamonos em analisar pormenorizadamente os três filmes acima citados, notando que as diferentes formas de sociabilidade documental acabavam por agenciar distintas inscrições do imaginário urbano brasileiro.Esta pesquisa teve por finalidade avaliar as propostas de cinema educativo, entre os anos de 1920 e 1930, no Brasil. Teve por objetivo refletir a respeito das concepções de cinema nacional, cinema educativo e cinema documentário no período, além de investigar a inserção do cinema no contexto cultural daquele momento. Para isso foi analisada a bibliografia referente ao cinema educativo, em especial aquela vinculada aos educadores da Escola Nova, que foram os principais formuladores desta proposta de uso do cinema na educação. Também selecionamos as matérias da Revista Cinearte, do período em questão, que trataram do tema. A partir deste material destacamos a presença das influências do cinema educativo francês e americano no Brasil e observamos também a contribuição desta proposta para uma padronização na forma de realização do cinema nacional, em especial dos chamados "naturais�.

      Sendo assim, o cinema educativo teria contribuído não só para educar as massas, na sua formulação original, mas inclusive para educar o próprio cinema.


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