Este trabalho propõe uma definição para o campo específico do cinema documentário em oposição ao cinema de ficção. Parte de teorias cinematográficas de pesquisadores do documentário, estabelece o papel da mediação como fator preponderante em todo processo de comunicação, inclusive no documentarismo, e distingue o documentário da ficção pela relação diferenciada existente entre seus �objetos imediatos"e seus "objetos dinâmicos". Traça um panorama histórico do cinema documentário e as características principais desses filmes. Observa três filmes documentários que exemplificam a relação de similaridade entre o "objeto imediato"e o "objeto dinâmico"no cinema documentário.
Como fontes principais, utiliza as teorias de três pesquisadores:
Fernão Ramos (brasileiro), Bill Nichols (norte-americano) e Manuela - Penafria (portuguesa). Como complemento, usa entrevistas conduzidas individualmente com perguntas específicas sobre cinema documentário.
É um estudo relevante, à medida que estabelece uma definição para o cinema documentário com base em características indiciais descritas em teorias semióticas.
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