Na última década, vários historiadores têm criticado duramente o conceito de história comparado. Influenciado por novas tendências teóricas nas ciências sociais, historiografia e estudos literários como pós-colonialismo e estudos da diáspora, eles argumentam que o próprio método de comparar duas ou mais unidades destacando semelhanças e diferenças obscura as interações entre os objetos de estudo e desconsidera desenvolvimentos históricos muito mais complexos, produtivos e interessantes que estórias confinadas dentro de fronteiras nacionais. Esse trabalho explorará esses argumentos no contexto da história urbana das Américas no período pós-Segunda Guerra Mundial, enfatizando as possibilidades e problemas das ambas as abordagens teóricas.
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