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A Aldrava de Marília de Dirceu. Autoridade e tradiçao literária na construçao de um objeto museológico

  • Autores: Rafael Zamorano Bezerra
  • Localización: Revista de História Comparada, ISSN-e 1981-383X, Vol. 5, Nº. 2, 2011, págs. 74-93
  • Idioma: portugués
  • Enlaces
  • Resumen
    • O texto analisa a partir do conceito de �função autor� (e seu corolário, �autoridade�) o processo de canonização das letras nacionais através da monumentalização de um objeto museológico do acervo do Museu Histórico Nacional.

      Trata-se de uma aldrava retirada da casa onde, supostamente, teria morado Maria Dorothea, a Marília de Marília de Dirceu, musa inspiradora de Tomás Antônio Gonzaga. O artefato escolhido tem duas particularidades. A primeira a ser destacada, é o tratamento que lhe foi dado, inicialmente, como relíquia histórica. A segunda é sua relação com o poema Marília de Dirceu, de Tomás Antônio Gonzaga, poeta canonizado pela história literária como um dos principais representantes da �escola mineira�, entendida por muitos como precursora da literatura nacional.


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