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Estudo arqueobotânico das estruturas romanas da Terronha de Pinhovelo (NE Portugal)

  • Autores: Joao Pedro Vicente Tereso
  • Localización: Férvedes: Revista de investigación, ISSN 1134-6787, Nº. 5, 2008, págs. 69-78
  • Idioma: portugués
  • Texto completo no disponible (Saber más ...)
  • Resumen
    • Durante as intervenções arqueológicas que decorreram no povoado proto-histórico e romano da Terronha de Pinhovelo foram efectuadas recolhas de sedimentos com vista à realização de uim estudo paelobotánico. Apresentam-se aquí os resultados referentes às análises efectuadas sobre diversas estruturas romanas que permitiram obter datos importantes para a compreensão da jazida assim como das comunidades que aí habitaram nos séculos IV-V d.C.

      Entre os frutos e sementes são mais abundantes as espécies cultivadas, em especial os cereais, Triticum aestivum/durum, T. compactum, T. spelta e Hordeum vulgare são os morfotipos mais comuns, seguidos de T. dicoccum e raros T. monococcum, Panicum miliaceum, e Setaria italica. A única leguminosa identificada no estudo carpológico foi Vicia faba var. minor que, embora seja abundante, esta associada quase exclusivamente a uma área de combustão. A presença de fava é Tida como um indicio de possíveis práticas de alternãncia de cultivos.

      No que repeita ao material lenhoso utilizado e preservado sob a forma de carvão, os tipos xilotómicos presentes num maior número de amostras são Pinus pinaster, Quercus pyrenaica, Q. faginea, Q. suber, Arbutus unedo e Fraxinus angustifolia. As formações arbustivas encontram-se representadas por Cistus sp., Leguminosae e Erica spp.


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