Trabalha as primeiras iniciativas da universidade brasileira na formação de professores na década de 1930, à luz de modelos representados pela Universidade do Distrito Federal (UDF), criada em 1935, e pela Universidade do Brasil (UB), fundada em 1937. Identifica a partir das idéias veiculadas nos �discursos instituidores� ou �discursos seminais�, quais os conceitos matrizes que informaram a construção dos dois modelos. No período do Estado Novo os projetos da UDF e da UB foram colocados em campos opostos: não cabia no cenário político, uma universidade que se pautava pela autonomia e pela liberdade, o que levou à extinção da UDF. O texto teve como suporte teórico os fundamentos fornecidos por Fávero (1989), Gomes (2003), Lopes (2007) e Mendonça (2002). A metodologia adotada na análise documental teve como base a história dos conceitos tal como formulada por Koselleck (1992) e explorada por Jasmim e Feres Jr. (2006).
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