A síndrome de fibromialgia é caracterizada como uma doença crônica, que pode ser confundida com outras síndromes, a qual vem preocupando médicos e profissionais envolvidos na área de prevenção e saúde, pelo seu caráter evolutivo e incapacitante. Alguns pacientes apresentam severos sintomas, porém, embora não seja a origem do problema, mas uma de suas manifestações primárias, é a dor musculoesquelética que acaba impossibilitando os portadores dessa patologia de exercerem suas atividades, sejam elas laborativas ou recreativas, o que causa problemas graves de ordem social. Este trabalho foi desenvolvido através de coleta de dados, questionário fechado, com a participação de quarenta pessoas (37 mulheres e 03 homens) portadores da síndrome de fibromialgia, visando coletar informações sobre o grau de acometimento dessa patologia, as causas possíveis e suas variações, de paciente para paciente, avaliando os sintomas, a idade, o sexo e o tempo de dor. O nosso enfoque será a comparação entre pessoas praticantes e não praticantes de atividade física, de acordo com as queixas e tratamentos relatados durante suas atividades diárias, mostrando as alternativas pelas quais os pacientes buscam amenizar o problema. Além disso, buscaremos conscientizar os pacientes de que a aderência a um programa de exercícios prolonga os ganhos terapêuticos, promove o alívio da dor, a diminuição dos sintomas e a restauração da capacidade funcional.
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