O objetivo deste estudo foi testar a validade de se estimar o PDFC por meio da Escala de Borg durante um teste progressivo em cicloergômetro. A amostra foi constituída por trinta e cinco homens divididos em alunos de academias de ginástica da cidade de Juiz de Fora e estudantes do curso de Educação Física da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF-MG). O teste foi composto de aquecimento de 4 min a 50w, prosseguindo com uma carga inicial de 100w. Acréscimos de 15w foram feitos a cada min. Os participantes mantiveram uma cadência de 60 a 70 RPM durante todo o teste. Ao final de cada estágio foram registrados os valores de FC e PSE dos indivíduos. Através da utilização do método Dmáx foram registrados 11 testes com respostas lineares, 14 com pontos de deflexão e 10 com pontos de inflexão da FC. A estatística descritiva revelou que a média do nível de PSE da escala de Borg no LC foi 16,1± 1,1(LC Observado). O LC foi estimado pelo percentual da carga máxima correspondente ao nível 16 da escala de Borg para cada indivíduo (LC Estimado). Os resultados foram submetidos ao teste �t� de Student para dados pareados e não se observou diferença significativa entre o LC Observado 79,6 ± 5,4 e o LC Estimado 79,9 ± 5,4 % da carga máxima. A correlação entre as duas variáveis foi de 0,05 e o erro padrão de estimativa de 5,5%. Como conclusão obteve se que o LC pode ser predito pelo nível 16 da Escala de Borg, com um erro de estimativa de 5,5%.
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