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Plano amostral para coleta de serapilheira na Floresta Ombrófila Mista do Rio Grande do Sul

  • Autores: Fabiano de Oliveira Fortes, Alessandro Dal'Col Lúcio, L. Storck
  • Localización: Ciencia rural, ISSN 0103-8478, Vol. 38, Nº. 9, 2008, págs. 2512-2518
  • Idioma: portugués
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  • Resumen
    • O trabalho foi realizado na Floresta Ombrófila Mista, de grande diversidade tipológica, em São Francisco de Paula, Rio Grande do Sul. O objetivo foi estimar a serapilheira acumulada, coletada com diferentes tamanhos de molduras e determinar a intensidade amostral em cada estação sazonal. Foram obtidas 15 amostras aleatórias por hectare para cada moldura em cada estação sazonal. A serapilheira foi separada nos estratos folhas, cascas, galhos e miscelâneas, foi secada e pesada e os dados foram expressos em t ha-1. Procedeu-se uma análise de variância conjunta com as fontes de variação "moldura, estação, interação e erro". Foi estimada a média, a variância e o coeficiente de variação e foi realizado o teste de homogeneidade das variâncias entre as estações e entre as molduras. Admitindo-se um erro de amostragem máximo de 10, 15, 20 e 25% da média estimada, calculou-se a intensidade de amostragem, por hectare, para população infinita. A interação entre moldura e estação não foi significativa para a serapilheira e para os estratos e nem houve diferenças significativas entre as molduras. As variâncias da serapilheira foram homogêneas entre as molduras nas quatro estações e foram heterogêneas entre as estações nas quatro molduras. É preferido usar a moldura muito pequena (0,25m2), com 27 unidades de amostra no inverno, 25 na primavera, 33 no outono e 15 no verão para uma precisão de 15% de diferença entre as médias


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