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Protesta campesina e proprietarizaçom: a luita pola terra na Galiza no dealbar do capitalismo

  • Autores: Carlos F. Velasco Souto
  • Localización: Semata: Ciencias sociais e humanidades, ISSN-e 2255-5978, ISSN 1137-9669, Nº 19, 2008 (Ejemplar dedicado a: Guerra, violencia e conflitividade na historia / coord. por Ramón Villares Paz, Miguel Cabo Villaverde), págs. 159-175
  • Idioma: gallego
  • Enlaces
  • Resumen
    • galego

      A conflituosidade foi um dos recursos tradicionalmente empregados polas colectividades parroquiais galegas para consolidar a possessom da terrra que traballavam e alcançar cotas progressivamente superiores de domínio sobre ela. Essa conflituosidade viuse estimulada pola irrupçom do liberalismo, sendo substituída pouco a pouco, apartir dos meados do século XIX, por umha estratégia de proprietarizaçom sobre a base da aceitaçom (relativa) das pautas do individualismo burguês. Contudo a protesta campesina nom desaparece, senom que se transforma, nas suas expressons e conteúdos, até culminar nas grandes mobilizaçons impulsionadas polo agrarismo durante o primeiro terço do século XX. Por outra parte, os protagonistas da protesta nom fôrom exclusivamente os campesinos pobres.

      Também participárom nela elementos abastados da sociedade rural na procura de assentar os seus patrimónios e umha posiçom social de privilégio frente aos seus convizinhos. Reflectir sobre esta disparidade de estratégias em aparente contradicçom é o objectivo deste trabalho, para além de traçar as linhas essenciais da evoluçom da protesta campesina e afixar as suas tipologias

    • English

      Conflicts were traditionally one of the resources used by Galician local communities in their quest for security on the lands they tilled and full ownership as final goal. Conflicts became more acute by the arrival of liberalism, but it was replaced little by little since the mid.XIXth century by a strategy of quest for land ownership, for which a (relative) acceptance of the rules of the bourgeois individualism was a prerequisite. Even so, peasant protest does not disappear, although it mutates in forms and contents until reaching its zenith in the massive mobilization of the agrarian movement during the first third of the XXth century. On the other hand, the actors of the protest were not only poor peasants. Other well to do membres of rural society took part in it, looking to consolidate their possessions and a privileged social status before their neighbours. This article tries to reflect on these apparently contradictory strategies, in addition to following the evolution of the peasant protest and to clarify its tipology


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