Demarcando-se de algumas práticas tradicionais dos "genealogistas", o Autor defende uma história genealógica cujo objecto seja não já apenas a alta nobreza e a família real, mas antes as famílias comuns, os antepassados de cada um de nós. Para tal, além das fontes por excelência, os registos notariais, recomenda o estudo de fontes tão diversas como memórias de família, agendas domésticas, livros de contas e correspondência pessoa. Nesse tipo de trabalho, "grande História" e "pequena história" entrecruzam-se e completam-se, ultrapassando a velha dicotomia história das estruturas versus trajectos pessoais e biografias.
Distancing himself from some of the more traditional methods practiced by 'genealogists', the author endorses a genealogical history which should focus not only on the aristocracy and royal family but also on common families, the ancestors of each and every one of us. For this purpose, prime sources are undoubtedly notary records, but the author goes further. He recommends that studies should be made of sources as varied as family memoirs, household agendas, ledgers, and personal correspondence. In this type of research, 'major history' and"minor history' intersect and complement one another, thus prevailing over the ancient dichotomy: history of structures versus personal paths and biographies.
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