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Nas cercanias das falsas memórias

  • Autores: Raquel Eloísa Eisenkraemer
  • Localización: Ciências & Cognição, ISSN-e 1806-5821, Vol. 9, 2006, págs. 97-110
  • Idioma: portugués
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  • Resumen
    • O presente artigo desvela alguns aspectos sobre a memória, principalmente sobre a capacidade de lembrarmos do que não aconteceu. Explanamos, a partir de levantamentos bibliográficos, o sentido geral da memória, as suas primeiras teorias e os possíveis tipos de memória. Em seguida, analisamos a possibilidade de modificarmos um evento real, ou seja, de criarmos falsas recordações. Mesmo que a memória seja estabelecida inicialmente e registrada, ela ainda pode ser modificada pela aquisição de informação nova, interferente, assim como por episódios posteriores de recapitulação e evocação. A corroboração de um evento por uma pessoa pode ser uma técnica poderosa para induzir a uma falsa memória; de fato, o afirmar ter visto alguém fazendo algo errado é suficiente para conduzi-lo a uma falsa conclusão. Uma falsa evidência pode induzir as pessoas a aceitarem a culpa por algo que não cometeram, e até mesmo desenvolverem recordações para apoiar os seus sentimentos de culpa. © Ciências & Cognição 2006; Vol. 09.


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