A teoria do computacionalismo pode ser resumida em três alegações centrais, a de que ¿o cérebro é um computador digital¿, que ¿a mente é um programa computacional¿ e que ¿as operações do cérebro podem ser simuladas em um computador digital¿. Aqui serão expostas as refutações de John Searle, Hubert Dreyfus, Peter Jackson, Thomas Nagel e Joseph Rychlak a estas alegações. Em virtude da profundidade destas críticas e de seus problemas, conclui-se que, como concebido originalmente pelo Funcionalismo de Hilary Putnam, o computacionalismo está superado. Apesar disto, será aqui exposta tese original de que a força da metáfora do cérebro como computador ainda pode ser útil para o auxílio da compreensão humana sobre a mente e os aspectos irredutíveis da consciência, se substituirmos os dois níveis de análise cérebro/hardware e mente/software pelos três níveis cérebro/hardware, processos cognitivos/software e consciência/usuário. © Ciências & Cognição 2006; Vol. 09.
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