Em Portugal, os processos de detecção e selecção de talentos parecem basear-se, quase exclusivamente, no factor altura. O presente artigo de opinião pretende alertar para os riscos deste excesso e apontar vias alternativas e/ou complementares. A prática e os exemplos do alto nível masculino e feminino têm vindo a demonstrar que existem outros factores a considerar. Procura-se, ainda, demonstrar que a visão deve ser mais alargada do que habitualmente. Como exemplo, refira-se que um atleta baixo, caso tenha boa qualidade táctico-técnica, pode ser útil para dar qualidade de treino a um mais alto, acelerando a evolução deste.
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