O estudo mostra que as grandes empresas jornalísticas estão conquistando fatias de mercado que estavam restritas a jornais populares autônomos, produzidos por empresas que buscam um lugar ao sol. Identifica a existência de uma linha muito tênue que separa a especialização da segmentação jornalística, mostrando que a especialização pode - ou não - levar à segmentação. O trabalho apresenta uma diferenciação entre duas modalidades jornalísticas (jornal de bairro e jornal comunitário) que embora possam estar embasadas numa mesma teoria (a do jornalismo de classes sociais) caracterizam-se por práticas distintas. Discute mídia local e jornal do interior e faz um recorte ainda mais definido, segmentando a mídia local em duas áreas de atuação: o jornal de bairro e o jornal comunitário. Define cidadania e mostra que muitos veículos de comunicação pegam carona no termo em busca de vantagens quando adotam, indevidamente, rótulo de empresa ou imprensa cidadã.
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