Este artigo apresenta reflexões sobre atividades físicas de aventura na natureza e elementos, associados a estas atividades, que permitem pensar qualidade de vida em função das relações que estabelecemos com o ambiente. As experiências colhidas a campo indicam uma oportunidade de reconhecimento de um sujeito corporal, que constrói seu conhecimento a partir do corpo, do movimento, do seu estar no mundo e a importância que assim adquirimos na constante re-construção que é o cotidiano.
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