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A intersecção entre sarcoma de Kaposi e aids: Estigmas e o compartilhamento dos diagnósticos com a rede social

    1. [1] Universidad Federal de Pará

      Universidad Federal de Pará

      Brasil

    2. [2] Universidade de São Paulo

      Universidade de São Paulo

      Brasil

  • Localización: Quaderns de Psicología, ISSN 0211-3481, Vol. 28, Nº. 2, 2026
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • La intersección entre sarcoma de Kaposi y sida: Estigmas y el compartimiento de diagnósticos con la red social
    • The Intersection Between Kaposi’s Sarcoma and AIDS: Stigmas and Sharing Diagnoses with Social Network
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      This research aims to study the discursive practices of people living with AIDS and Kaposi’s sarcoma (KS) regarding these diagnoses and the strategies for sharing these with the social network. This is a qualitative, exploratory-descriptive re-search, guided by social constructionism. Semi-structured interviews were con-ducted with 5 participants, 4 cis men, and 1 trans woman. The interviews were recorded, transcribed, and subjected to discursive analysis. The results indicate the presence of long-term repertoires that associate HIV and AIDS with death, homosexuality, shame, and guilt and suggest that people living with HIV face multiple stigmas. The HIV diagnosis is only shared with people close to us and an attempt is made to maintain confidentiality within the wider social network. KS is shared by denominations such as skin cancer, stomach cancer, or lymphoma. It is concluded that external interventions to combat stigma are fundamental in tackling the HIV and AIDS epidemic.

    • português

      Esta pesquisa objetivou estudar as práticas discursivas de pessoas que vivem com aids e sarcoma de Kaposi (SK) acerca desses diagnósticos, bem como suas es-tratégias de compartilhamento com a rede social. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, exploratório-descritiva, orientada pelo construcionismo social. Foram realizadas entrevistas semidirigidas com 5 colaboradores(a): 4 homens cis e 1 mulher trans. Os depoimentos foram gravados, transcritos e submetidos a uma análise discursiva. Os resultados indicam a presença de repertórios do tem-po longo que associam HIV e aids à morte, vergonha e culpa. Isso indica que aqueles que vivem com HIV enfrentam múltiplos estigmas e revelam seu diag-nóstico de HIV somente a pessoas próximas, buscando manter o sigilo para a rede social mais ampla. O SK é compartilhado usando-se denominações como câncer de pele, estômago ou linfoma. Conclui-se que intervenções voltadas para o com-bate do estigma são fundamentais no enfrentamento da epidemia de HIV e aids.


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