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Periodizações em psicologia na Argentina e no Brasil: um estudo comparado

    1. [1] Universidade do Estado do Rio de Janeiro

      Universidade do Estado do Rio de Janeiro

      Brasil

    2. [2] Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais

      Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais

      Brasil

    3. [3] Universidade Federal de Juiz de Fora

      Universidade Federal de Juiz de Fora

      Brasil

  • Localización: Perspectivas en Psicología, ISSN-e 1853-8800, ISSN 1668-7175, Vol. 23, Nº. 1, 2026, págs. 82-102
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Periodizaciones en psicología en Argentina y Brasil: un estudio comparado
    • Periodizations in psychology in Argentina and Brazil: a comparative study
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      El artículo presenta un estudio comparativo de la periodización de la psicología en Argentina, propuesta por Hugo Klappenbach (2006), y tres periodizaciones brasileñas, elaboradas por Isaías Pessotti (1988), Mitsuko Antunes (1998) y Fernanda Pereira y André Pereira Neto (2003). A partir de la historia comparada como marco metodológico, el trabajo examina los criterios que orientan la construcción de cada periodización, los hitos históricos utilizados para definir inicios y rupturas, y las concepciones implícitas de lo que constituye la psicología como campo. El análisis revela convergencias significativas entre ambas trayectorias nacionales, tales como la influencia inicial de la psicología clínico-experimental francesa, el papel inductor del Estado en el desarrollo de la psicología aplicada bajo regímenes de carácter nacional-desarrollista, la creación de programas de educación superior y los debates sobre la regulación profesional en las décadas de 1950 y 1960, así como el impacto de las dictaduras militares en la institucionalización del campo. Al mismo tiempo, mientras que las propuestas brasileñas enfatizan la institucionalización universitaria o profesional de la psicología, la periodización argentina define sus períodos en función de los contenidos teóricos y prácticos dominantes en cada fase. Se concluye que la periodización es una práctica historiográfica selectiva y que los estudios comparativos contribuyen a una comprensión más crítica y contextualizada del desarrollo de la psicología como ciencia y profesión en América Latina.

    • English

      This article presents a comparative study of the periodization of psychology in Argentina, as proposed by Hugo Klappenbach (2006), and three Brazilian periodizations developed by Isaías Pessotti (1988), Mitsuko Antunes (1998), and Fernanda Pereira and André Pereira Neto (2003).

      Drawing on comparative history as its methodological framework, the study examines the criteria underlying each periodization, the historical landmarks used to define beginnings and ruptures, and the implicit conceptions of what constitutes psychology as a field. The analysis reveals significant convergences between the two national trajectories, including the early influence of French clinical-experimental psychology, the inductive role of the state in fostering applied psychology under developmentalist regimes, the establishment of higher education programs and debates over professional regulation in the 1950s and 1960s, and the impact of military dictatorships on the institutionalization of the field. At the same time, whereas the Brazilian proposals emphasize the university and professional institutionalization of psychology, the Argentine periodization defines its periods in terms of the dominant theoretical and practical orientations of each phase. The article concludes that periodization is a selective historiographical practice and that comparative approaches contribute to a more critical and context-sensitive understanding of the development of psychology as a science and profession in Latin America.

    • português

      O artigo apresenta um estudo comparado entre a periodização da psicologia na Argentina, proposta por Hugo Klappenbach (2006), e três periodizações brasileiras, elaboradas por Isaías Pessotti (1988), Mitsuko Antunes (1998) e Fernanda Pereira e André Pereira Neto (2003).

      Adotando como matriz metodológica a história comparada, o trabalho analisa os critérios que orientam a construção de cada periodização, os marcos históricos mobilizados para definir inícios e rupturas e as concepções implícitas sobre o que constitui a psicologia como campo. A análise revela convergências substantivas entre as duas trajetórias nacionais – como a influência inicial da psicologia clínico-experimental francesa, o papel indutor do Estado no desenvolvimento da psicologia aplicada, sob regimes de perfil nacional-desenvolvimentista, a criação dos cursos de formação superior e os debates sobre a regulamentação profissional nas décadas de 1950 e 1960 e o impacto das ditaduras militares sobre a institucionalização do campo. Ao mesmo tempo, enquanto as propostas brasileiras enfocam suas análises na institucionalização universitária ou profissional da psicologia, a periodização argentina nomeia seus períodos a partir dos conteúdos teórico-práticos dominantes em cada fase. Conclui-se que periodizar é um ato historiográfico seletivo e que estudos comparados contribuem para uma compreensão mais crítica e situada do desenvolvimento da psicologia como ciência e profissão na América Latina.


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