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Ontología y emancipación en la Pedagogía del Oprimido: entre la acción revolucionaria y la acción opresora

    1. [1] Universidade Estadual de Campinas

      Universidade Estadual de Campinas

      Brasil

  • Localización: Revista NuestrAmérica, ISSN-e 0719-3092, Nº. 28, 2026
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • Ontologia e emancipação na Pedagogia do Oprimido: entre a ação revolucionária e a ação opressora
    • Ontology and Emancipation in Pedagogy of the Oppressed: Between Revolutionary Action and Oppressive Action
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      El presente artículo analiza la obra “Pedagogía del oprimido”, de Paulo Freire, haciendo hincapié en su dimensión ontológica y emancipadora en el contexto de su redacción durante el exilio en Chile, en 1968. Insertada en un escenario histórico marcado por tensiones políticas, sociales e ideológicas, la obra se consolida como una referencia fundamental en el campo de las ciencias humanas y sociales, traspasando las fronteras latinoamericanas y asumiendo un carácter universal. El estudio destaca el proceso de elaboración de las categorías centrales del pensamiento freireano, con énfasis en la Teoría de la Acción Revolucionaria y en la Teoría de la Acción Opresora, entendidas como claves interpretativas para el análisis de las relaciones de dominación y de las posibilidades de transformación social. Se pone de manifiesto, además, la centralidad del diálogo como fundamento ontológico de la existencia humana y como elemento constitutivo de la praxis liberadora, entendida como unidad entre acción y reflexión. En este sentido, la pedagogía freireana se aborda como una propuesta crítica que visa la concientización de los sujetos y la superación de las estructuras opresoras, orientándose por la vocación humana de “ser más”. Por último, el artículo destaca la importancia heurística del Manuscrito de la obra, al permitir una comprensión ampliada de la génesis del pensamiento de Freire, reafirmando la actualidad y la relevancia de su contribución a la construcción de una educación comprometida con la humanización y la transformación social.

    • English

      This article analyzes Paulo Freire's "Pedagogy of the Oppressed," emphasizing its ontological and emancipatory dimension within the context of its writing during his exile in Chile in 1968. Situated within a historical context marked by political, social, and ideological tensions, the work has become a fundamental reference point in the field of the human and social sciences, transcending Latin American borders and assuming a universal character. The study highlights the process of developing the central categories of Freirean thought, with emphasis on the Theory of Revolutionary Action and the Theory of Oppressive Action, understood as key interpretive frameworks for analyzing relations of domination and the possibilities for social transformation. Furthermore, it underscores the centrality of dialogue as the ontological foundation of human existence and as a constitutive element of liberating praxis, understood as the unity of action and reflection. In this sense, Freirean pedagogy is approached as a critical proposal that aims at raising the consciousness of individuals and overcoming oppressive structures, guided by the human vocation to "be more." Finally, the article highlights the heuristic importance of the manuscript, as it allows for a broader understanding of the genesis of Freire's thought, reaffirming the relevance and timeliness of his contribution to building an education committed to humanization and social transformation.

    • português

      Este artigo analisa a "Pedagogia do Oprimido" de Paulo Freire, enfatizando sua dimensão ontológica e emancipadora no contexto de sua escrita durante o exílio do autor no Chile, em 1968. Situada em um contexto histórico marcado por tensões políticas, sociais e ideológicas, a obra tornou-se uma referência fundamental no campo das ciências humanas e sociais, transcendendo as fronteiras latino-americanas e assumindo um caráter universal. O estudo destaca o processo de desenvolvimento das categorias centrais do pensamento freireano, com ênfase na Teoria da Ação Revolucionária e na Teoria da Ação Opressiva, entendidas como marcos interpretativos essenciais para a análise das relações de dominação e das possibilidades de transformação social. Além disso, sublinha a centralidade do diálogo como fundamento ontológico da existência humana e como elemento constitutivo da práxis libertadora, entendida como a unidade entre ação e reflexão. Nesse sentido, a pedagogia freireana é abordada como uma proposta crítica que visa à conscientização dos indivíduos e à superação das estruturas opressivas, guiada pela vocação humana de "ser mais". Por fim, o artigo destaca a importância heurística do manuscrito, pois permite uma compreensão mais ampla da gênese do pensamento de Freire, reafirmando a relevância e a atualidade de sua contribuição para a construção de uma educação comprometida com a humanização e a transformação social.


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