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Association between hip and knee muscle torque and running kinematics in runners and non-runners

    1. [1] Universidade do Estado de Santa Catarina

      Universidade do Estado de Santa Catarina

      Brasil

    2. [2] Universidade Federal de Santa Catarina

      Universidade Federal de Santa Catarina

      Brasil

  • Localización: Retos: nuevas tendencias en educación física, deporte y recreación, ISSN-e 1988-2041, ISSN 1579-1726, Nº. 83, 2026, págs. 662-670
  • Idioma: inglés
  • Títulos paralelos:
    • Associação entre o torque muscular da anca e do joelho e a cinemática da corrida em corredores e não corredores
    • Asociación entre el torque muscular de cadera y rodilla y la cinemática de la carrera en corredores y no corredores
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Objetivo: Examinar las asociaciones entre el rango de movimiento en la postura inicial de carrera y la fuerza de los músculos de la cadera y la rodilla en corredores y no corredores.  Metodología: Veintinueve adultos asintomáticos (17 corredores y 12 no corredores) se sometieron a un análisis cinemático bidimensional de la carrera en cinta a una velocidad seleccionada por ellos mismos y a una evaluación isocinética de los músculos de la cadera y la rodilla. Se analizaron los rangos de movimiento del tronco, la pelvis, la cadera, la rodilla y el tobillo desde el contacto inicial del pie hasta la flexión máxima de la rodilla durante la postura en los planos sagital y frontal. La fuerza muscular se expresó como torque máximo normalizado a la masa corporal. Las asociaciones se examinaron mediante correlaciones de Pearson, controlando la velocidad de carrera.  Resultados: Los resultados revelaron asociaciones específicas entre grupos. En la muestra total, solo el torque máximo de la rotación interna de la cadera se asoció con la inclinación ipsilateral del tronco. Al analizar los grupos por separado, se observaron patrones distintos: en los no corredores, el torque máximo excéntrico de los flexores de la rodilla se asoció con la dorsiflexión del tobillo; en los corredores, valores más altos de torque máximo en la cadera y la rodilla se asociaron con rangos de movimiento más reducidos del tronco y la rodilla en el plano sagital.

      Conclusiones: Estos hallazgos indican que la relación entre el rendimiento muscular y la cinemática de la carrera es específica y está influenciada por la experiencia de carrera.

    • English

      Objective: to examine the associations between range of motion in the early stance of running and hip and knee muscle strength in runners and non-runners.

      Methodology: Twenty-nine asymptomatic adults (17 runners and 12 non-runners) underwent two-dimensional kinematic analysis of treadmill running at a self-selected speed and isokinetic assessment of the hip and knee muscles. Trunk, pelvis, hip, knee, and ankle ranges of motion between initial foot contact and peak knee flexion during stance were analyzed in the sagittal and frontal planes. Muscle strength was expressed as peak torque normalized to body mass. Associations were examined using Pearson correlations, controlling for running speed.

      Results: The results revealed group-specific associations. In the total sample, only the peak torque of the hip internal rotation was associated with ipsilateral trunk inclination. When the groups were analyzed separately, distinct patterns emerged: in non-runners, eccentric peak torque of the knee flexors was associated with ankle dorsiflexion; in runners, higher hip and knee peak torque values were associated with smaller trunk and knee ranges of motion in the sagittal plane.

      Conclusions: These findings indicate that the relationship between muscle performance and running kinematics is specific and influenced by running experience.

    • português

      Objetivo: Examinar as associações entre a amplitude de movimento na fase inicial do apoio durante a corrida e a força muscular de quadril e joelho em corredores e não corredores.

      Metodologia: Vinte e nove adultos assintomáticos (17 corredores e 12 não corredores) foram submetidos à análise cinemática bidimensional da corrida em esteira, em velocidade auto-selecionada, e à avaliação isocinética dos músculos do quadril e do joelho. As amplitudes de movimento do tronco, pelve, quadril, joelho e tornozelo, entre o contato inicial do pé e o pico de flexão do joelho na fase de apoio, foram analisadas nos planos sagital e frontal. A força muscular foi expressa como pico de torque normalizado pela massa corporal. As associações foram examinadas por meio de correlações de Pearson, controlando-se a velocidade de corrida.

      Resultados: Os resultados revelaram associações específicas por grupo. Na amostra total, apenas o pico de torque de rotação interna do quadril esteve associado à inclinação ipsilateral do tronco. Quando os grupos foram analisados separadamente, observaram-se padrões distintos: nos não corredores, o pico de torque excêntrico dos flexores do joelho esteve associado à dorsiflexão do tornozelo; nos corredores, maiores valores de pico de torque de quadril e joelho estiveram associados a menores amplitudes de movimento do tronco e do joelho no plano sagital.

      Conclusões: Esses achados indicam que a relação entre desempenho muscular e cinemática da corrida é específica e influenciada pela experiência em corrida.

           


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