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Caracterización del foramen mentoniano accesorio evaluado mediante tomografía computarizada de haz cónico

    1. [1] Universidad Peruana Cayetano Heredia

      Universidad Peruana Cayetano Heredia

      Perú

  • Localización: Revista Estomatológica Herediana, ISSN-e 2225-7616, Vol. 36, Nº. 2, 2026 (Ejemplar dedicado a: Abril-junio; e7567)
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • Caracterização do forame mentoniano acessório avaliado por meio de tomografia computadorizada de feixe cônico
    • Characterization of the accessory mental foramen assessed by cone-beam computed tomography
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Objetivo: Caracterizar el foramen mentoniano accesorio (FMA) mediante tomografías computarizadas de haz cónico (TCHC). Materiales y métodos: Estudio descriptivo, transversal, retrospectivo y observacional. Se evaluó una muestra de 147 TCHC del 2023, seleccionadas a partir de un universo de 340 imágenes del Servicio de Radiología Bucomaxilofacial de la Universidad Peruana Cayetano Heredia. Se incluyeron tomografías de pacientes mayores de edad de ambos sexos con imágenes óptimas y sin artefactos en la zona de interés. Se excluyeron aquellos casos que presentaban lesiones quísticas, neoplásicas o traumáticas en la región mandibular. Resultados: La frecuencia del FMA fue mayor en el grupo masculino (9,68 %) que en el femenino (5,88 %). La ubicación más frecuente fue distoinferior (36,36 %). El diámetro promedio del FMA fue mayor en el lado izquierdo (1,89 mm ± 0,46 mm) en comparación con el derecho (1,15 mm ± 0,41 mm). La distancia promedio entre el FMA y el reborde alveolar fue de 16,22 mm ± 4,81 mm, sin diferencias significativas entre lados. Por su parte, la distancia promedio entre el FMA y el foramen mentoniano principal fue de 2,33 mm ± 1,41 mm, la cual resultó menor en el lado izquierdo (1,74 mm ± 0,72 mm) en comparación con el lado derecho (2,67 mm ± 1,64 mm). El FMA se presentó con mayor prevalencia en el lado derecho, aunque sin significancia estadística. Conclusiones: Se concluye que el FMA presentó una frecuencia de 7,48 %. Fue más común en varones, localizado predominantemente en posición distoinferior, con diámetro promedio de 1,42 mm, distancia al reborde alveolar de 16,22 mm y al foramen mentoniano de 2,33 mm.

    • English

      Objective: To characterize the accessory mental foramen (AMF) using cone-beam computed tomography (CBCT). Materials and methods: A descriptive, cross-sectional, retrospective, observational study. A sample of 147 CBCT scans from 2023 was evaluated, selected from a total pool of 340 images from the Oral and Maxillofacial Radiology Service of Universidad Peruana Cayetano Heredia. Scans of adult patients of both sexes with optimal images and no artifacts in the area of interest were included. Cases presenting cystic, neoplastic, or traumatic lesions in the mandibular region were excluded. Results: AMF frequency was higher in the male group (9.68%) than in the female group (5.88%). The most frequent location was distoinferior (36.36%). Mean AMF diameter was greater on the left side (1.89 mm ± 0.46 mm) compared with the right side (1.15 mm ± 0.41 mm). The mean distance between the AMF and the alveolar ridge was 16.22 mm ± 4.81 mm, with no significant differences between sides. The mean distance between the AMF and the main mental foramen was 2.33 mm ± 1.41 mm, which was shorter on the left side (1.74 mm ± 0.72 mm) compared with the right side (2.67 mm ± 1.64 mm). The AMF was more prevalent on the right side, although without statistical significance. Conclusions: The AMF was found to have a frequency of 7.48%. It was more common in males, predominantly located in the distoinferior position, with a mean diameter of 1.42 mm, a distance to the alveolar ridge of 16.22 mm, and a distance to the mental foramen of 2.33 mm.

    • português

      Objetivo: Caracterizar o forame mentoniano acessório (FMA) por meio de tomografias computadorizadas de feixe cônico (TCFC). Materiais e métodos: Estudo descritivo, transversal, retrospectivo e observacional. Foi avaliada uma amostra de 147 exames de TCFC de 2023, selecionada a partir de um total de 340 imagens do Serviço de Radiologia Bucomaxilofacial da Universidad Peruana Cayetano Heredia. Foram incluídos exames de pacientes adultos de ambos os sexos com imagens de qualidade adequada e sem artefatos na área de interesse. Foram excluídos os casos com lesões císticas, neoplásicas ou traumáticas na região mandibular. Resultados: A frequência do FMA foi maior no grupo masculino (9,68%) do que no grupo feminino (5,88%). A localização mais frequente foi distoinferior (36,36%). O diâmetro médio do FMA foi maior do lado esquerdo (1,89 mm ± 0,46 mm) em comparação com o lado direito (1,15 mm ± 0,41 mm). A distância média entre o FMA e a crista alveolar foi de 16,22 mm ± 4,81 mm, sem diferenças significativas entre os lados. A distância média entre o FMA e o forame mentoniano principal foi de 2,33 mm ± 1,41 mm, sendo menor do lado esquerdo (1,74 mm ± 0,72 mm) em comparação com o lado direito (2,67 mm ± 1,64 mm). O FMA foi mais prevalente do lado direito, embora sem significância estatística. Conclusões: Verificou-se que o FMA apresenta uma frequência de 7,48%. Foi mais comum no sexo masculino, localizado predominantemente na posição distoinferior, com diâmetro médio de 1,42 mm, distância média até a crista alveolar de 16,22 mm e distância média até o forame mentoniano de 2,33 mm.


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