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Aportes de la economía política de la comunicación al triángulo de la violencia de Johan Galtung. Comunicación, hegemonía y paz como proyecto epistemológico contrahegemónico

    1. [1] Universidad de Valladolid

      Universidad de Valladolid

      Valladolid, España

    2. [2] Universidad Complutense de Madrid

      Universidad Complutense de Madrid

      Madrid, España

  • Localización: Disertaciones: Anuario electrónico de estudios en Comunicación Social, ISSN-e 1856-9536, Vol. 19, Nº. 2, 2026
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • Contribuições da economia política da comunicação para o triângulo da violência de Johan Galtung. Comunicação, hegemonia e paz como um projeto epistemológico contra-hegemônico
    • Contributions of the Political Economy of Communication to Johan Galtung’s Triangle of Violence. Communication, Hegemony, and Peace as a Counter-Hegemonic Epistemological Project
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Se propone una relectura crítica del triángulo de la violencia de Johan Galtung desde la economía política de la comunicación, con el objetivo de precisar el estatuto de la comunicación y la cultura en los estudios de paz. Si bien este modelo ofrece una comprensión multidimensional de la violencia (directa, estructural, cultural) y reconoce la interacción entre sus dimensiones, la comunicación aparece predominantemente asociada a una función legitimadora, sin un desarrollo sistemático como estructura material ni como campo de hegemonías. A partir de una discusión teórica, se argumenta que los sistemas mediáticos, las políticas de comunicación y las infraestructuras tecnológicas operan como condiciones de producción, administración y visibilidad de las violencias. Desde esta perspectiva, se identifican tres límites comunicacionales del modelo y se propone una reespecificación que integra la dimensión performativa, estructural e institucional de la comunicación, en coherencia con la noción de paz positiva. Sobre esta base, se conceptualiza la comunicación de paz como un proyecto epistemológico contrahegemónico, anclado en la justicia comunicativa, la crítica de las estructuras mediáticas y una praxis situada de transformación social. Finalmente, se analiza el Manifiesto por unos Medios de Comunicación de Paz como una intervención situada que ilustra las implicaciones del marco propuesto.

    • English

      A critical reinterpretation of Johan Galtung’s triangle of violence is proposed from the perspective of the political economy of communication, aiming to clarify the status of communication and culture in peace studies. Although Galtung’s model provides a multidimensional understanding of violence (direct, structural, cultural), and acknowledges the interaction between its dimensions, communication remains predominantly associated with a legitimising function and is not systematically theorised as a material structure or organised field of power. Through a theoretical discussion, it is argued that media systems, communication policies and technological infrastructures operate as conditions that shape the production, administration and visibility of violence. From this perspective, three communicational limits of the model are identified, and a re-specification is proposed that integrates the performative, structural and institutional dimensions of communication, in line with the notion of positive peace. On this basis, peace communication is conceptualised as a counter-hegemonic epistemological project, oriented towards communicative justice, the critique of media structures and a situated praxis of social transformation. Finally, the Manifesto for Peace Media is analysed as a situated intervention that illustrates the implications of the proposed framework.

    • português

      Este artigo propõe uma reinterpretação crítica do triângulo da violência de Johan Galtung a partir da perspectiva da economia política da comunicação, com o objetivo de esclarecer o papel da comunicação e da cultura nos estudos da paz. Embora esse modelo ofereça uma compreensão multidimensional da violência (direta, estrutural, cultural) e reconheça a interação entre as suas dimensões, a comunicação aparece predominantemente associada a uma função legitimadora, sem um desenvolvimento sistemático como estrutura material ou como campo de hegemonias. Com base numa discussão teórica, argumenta-se que os sistemas midiáticos, as políticas de comunicação e as infraestruturas tecnológicas operam como condições de produção, administração e visibilização da violência. A partir dessa perspectiva, são identificadas três limitações comunicacionais do modelo e é proposta uma reformulação que integra as dimensões performativa, estrutural e institucional da comunicação, em consonância com a noção de paz positiva. Nessa perspectiva, a comunicação para a paz é conceitualizada como um projeto epistemológico contra-hegemónico, fundamentado na justiça comunicativa, na crítica às estruturas midiáticas e numa práxis situada de transformação social. Por fim, o Manifesto para uma Mídia Pacífica é analisado como uma intervenção situada que ilustra as implicações da estrutura proposta.


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