Ayuda
Ir al contenido

Dialnet


Hegel e Haiti, Fanon e Argélia, Nós e Palestina

    1. [1] Universidade de Caxias do Sul

      Universidade de Caxias do Sul

      Brasil

  • Localización: Perspectiva Filosófica: PF, ISSN-e 2357-9986, ISSN 0104-6454, Vol. 53, Nº. Extra 1, 2026 (Ejemplar dedicado a: Número Especial: Centenário Franz Fanon), págs. 228-253
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Hegel and Haiti, Fanon and Algeria, Us and Palestine
  • Enlaces
  • Resumen
    • português

      Este artigo busca acender uma crítica ao humanismo moderno por meio da leitura exegética de três obras filosóficas.  “Hegel e Haiti” de Susan Buck-Morss; “Discurso sobre o Colonialismo” de Aimé Césaire; e “Os Condenados da Terra” de Frantz Fanon. Será feita uma interlocução entre estas obras, tendo como elo de ligação a crítica da crítica pseudo universal europeia em suas justificações do colonialismo enquanto evento histórico de valor moral ou aceitável. O paradoxo da liberdade do iluminismo, a relativização do colonialismo frente aos genocídios do século XX, a fundamentação da violência como formadora do mundo colonial e da identidade política do mundo contemporâneo, são respectivamente, o encaminhamento que cada obra traz à próxima. Concluo centralizando a crítica geral de Fanon enquanto alternativa formal de entendimento da realidade e episteme de superação de qualquer paradoxo performativo dos contraditórios conceitos de liberdade e alienação do ocidente moderno e sua revisão na contemporaneidade. É preciso definir uma reflexão para como observamos os movimentos contemporâneos em nossos critérios filosóficos e se abandonamos a predisposição do humanismo ocidental de criar os dualismos, civilização (ocidente e parceiros) e selvagens, ocidente enquanto normalidade e latinos, africanos, orientais e polinésios enquanto exóticos e corrigíveis.

    • English

      This article seeks to critique modern humanism through an exegetical reading of three philosophical works: Susan Buck-Morss's “Hegel and Haiti”, Aimé Césaire's “Discourse on Colonialism”, and Frantz Fanon's “The Wretched of the Earth”. An interrelationship will be established between these works, using as a link the critique of pseudo-universal European criticism in its justifications of colonialism as a historical event of moral or acceptable value. The paradox of freedom in the Enlightenment, the relativization of colonialism in the face of 20th-century genocides, the justification of violence as a shaper of the colonial world, and the political identity of the contemporary world are, respectively, the paths that each work leads to the next. I conclude by focusing on Fanon's general critique as a formal alternative for understanding reality and an episteme for overcoming any performative paradox of the contradictory concepts of freedom and alienation in the modern West and their revision in contemporary times. It is necessary to define a reflection on how we observe contemporary movements in our philosophical criteria and whether we abandon the predisposition of Western humanism to create dualisms, civilization (West and partners) and savages, West as normality and Latins, Africans, Orientals and Polynesians as exotic and fixable.


Fundación Dialnet

Dialnet Plus

  • Más información sobre Dialnet Plus

Opciones de compartir

Opciones de entorno