El uso de generadores eléctricos derivados de la crisis energética del país entre los meses septiembre a diciembre de 2024 incrementó considerablemente los niveles ruido en oficinas y comercios, afectando el confort acústico de los trabajadores de dichos entornos. Se realizó un estudio cuantitativo no experimental y transversal a 59 trabajadores entre oficinas y comercios en la ciudad de Cuenca a través de una encuesta de percepción sobre los efectos derivados del ruido de generadores eléctricos. Los resultados mostraron que los trabajadores encuestados reflejaban una percepción homogénea de exposición al ruido (M= 3.35). Así mismo, el modelo de regresión lineal mostró que tal exposición explica una importante variabilidad en la falta de concentración (R² = 0.451), indicando que el 45.1% de cambios en esta variable se atribuyen a ambientes ruidosos, en la misma línea, el coeficiente de determinación (R² =0.361) muestra que el 36.1% de variabilidad en la fatiga auditiva es explicada por la exposición al ruido concluyendo así el impacto directo de este último sobre el rendimiento cognitivo de los encuestados. Por otra parte, efectos psicológicos y emocionales como el estrés, la irritabilidad y agresividad junto a la ansiedad y depresión presentaron relaciones más débiles con la exposición al ruido, esto es explicado por la complejidad de este tipo de variables emocionales y su origen que puede tener causas multifactoriales por cuanto el ruido no es la única determinante en la aparición de estos riesgos psicosociales.
O uso de geradores elétricos decorrente da crise energética do país entre os meses de setembro e dezembro de 2024 aumentou consideravelmente os níveis de ruído em escritórios e comércios, afetando o conforto acústico dos trabalhadores desses ambientes. Realizou-se um estudo quantitativo não experimental e transversal com 59 trabalhadores de escritórios e comércios na cidade de Cuenca por meio de um questionário de percepção sobre os efeitos derivados do ruído de geradores elétricos. Os resultados mostraram que os trabalhadores entrevistados refletiam uma percepção homogênea de exposição ao ruído (M= 3,35). Assim mesmo, o modelo de regressão linear mostrou que tal exposição explica uma importante variabilidade na falta de concentração (R² = 0,451), indicando que 45,1% das mudanças nesta variável são atribuídas a ambientes ruidosos. Na mesma linha, o coeficiente de determinação (R² = 0,361) mostra que 36,1% da variabilidade na fadiga auditiva é explicada pela exposição ao ruído, concluindo-se assim o impacto direto desta última sobre o rendimento cognitivo dos entrevistados. Por outra parte, efeitos psicológicos e emocionais como o estresse, a irritabilidade e agressividade, juntamente com a ansiedade e depressão, apresentaram relações mais fracas com a exposição ao ruído. Isto é explicado pela complexidade deste tipo de variáveis emocionais e sua origem, que pode ter causas multifatoriais, uma vez que o ruído não é o único determinante no aparecimento desses riscos psicossociais.
The use of electric generators derived from the country's energy crisis between September and December 2024 considerably increased noise levels in offices and stores, affecting the acoustic comfort of workers in these environments. A non-experimental and cross-sectional quantitative study was carried out on 59 workers between offices and stores in the city of Cuenca through a perception survey on the effects derived from the noise of electric generators. The results showed that the workers surveyed reflected a homogeneous perception of noise exposure (M= 3.35). Likewise, the linear regression model showed that such exposure explains a significant variability in lack of concentration (R² = 0.451), indicating that 45.1% of changes in this variable are attributed to noisy environments, in the same line, the coefficient of determination (R² = 0.361) shows that 36.1% of variability in auditory fatigue is explained by exposure to noise thus concluding the direct impact of the latter on the cognitive performance of respondents. On the other hand, psychological and emotional effects such as stress, irritability and aggressiveness together with anxiety and depression presented weaker relationships with noise exposure, this is explained by the complexity of this type of emotional variables and their origin, which may have multifactorial causes, since noise is not the only determinant in the appearance of these psychosocial risks.
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